Um oferecimento do Instituto Oceana de Tecnologia do Desenvolvimento Humano

Organização Mundial de Saúde Adverte que 9 em Cada 10 Pessoas no Mundo Sofrem de Estresse

Screen Shot 2016-02-17 at 2.43.54 PMTem muita gente no mundo presa, amarrada, ancorada ao próprio estresse de tal forma que agora elas se confundem, se mesclam intensamente com ele.

Fazem desse jeito: quando algo dá errado, ou quando se vêem obrigadas a fazerem algo que não gostam, entram em um ciclo envenenado de se sentirem mal, de começarem a reclamar e mergulham internamente numa experiência profundamente tóxica.

Se alguém pergunta a elas se gostariam de se sentirem melhor sobre aquilo que as incomodam, elas dizem:

“Não gosto disso que aconteceu! Não adianta! Não tem que mudar nada! Não gosto e não vou gostar! Me deixa! Muda de assunto!”

Exemplos de coisas cotidianas que podem ser um inferno na vida das pessoas:

Arrumar a casa, lidar com clientes, pagar contas, lidar com julgamentos de terceiros, escrever relatórios, fazer trabalhos de faculdade, passar roupas, chegar no horário em um compromisso, pressão sobre as metas de trabalho, lidar com cobranças, reuniões de diretoria…

Muitas destas pessoas estão tão engessadas, congeladas em seu modelo de mundo que, quando questionadas e confrontadas, aumentam o tom de voz, ameaçam sair de perto, tornam-se ríspidas e grosseiras. Não importa quantos fatos você apresente que comprovem seu poder de mudança para melhor, elas estão cegas e surdas às próprias chances de viverem uma vida de muito maior qualidade.

Como um coach, é estressante frustrante ver isso acontecer de novo e de novo com tanta gente boa e ter que constatar que essa é a regra geral, é a sociedade em que estamos imersos. É também esperançoso, porque há muito trabalho a ser feito, já que 90% das pessoas do mundo sofrem de estresse, segundo a Organização Mundial de Saúde. A oportunidade de mudança para melhor é enorme, e ferramentas muito simples e rápidas para transformar a vida de bilhões de pessoas (sério, bilhões) já estão disponível e acessíveis facilmente.

Estas pessoas se tornam inflexíveis por um único motivo:

Elas acreditam que “são” suas experiências.

Nunca antes foram apresentadas a uma forma melhor de ver as coisas – e se foram, sua atenção, paixão, foco e investimento no próprio umbigo as afastam completamente das oportunidades de terem muito, muito mais paz no cotidiano.

Agora, elas acreditam que são suas maneiras de viver, de ver as coisas, de sentir as coisas. Questioná-las, portanto, é questionar quem elas são. É colocar sua noção de valor próprio em xeque. Isso faz seu estresse anterior se multiplicar, porque quase ninguém reage bem ao ter sua identidade questionada – só os mais maduros e equilibrados.

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Portanto, é importante ficar tranquilo quando uma pessoa que sofre destas coisas chega ao ponto de reagir com ironias e desdém. Ela está apenas defendendo uma noção de ego que, para a Neuro-Semântica, é frágil, infantil e poderia ser melhor desenvolvido naquele contexto. Elas estão jogando fora uma tremenda oportunidade de serem mais felizes.

Pessoas assim podem ser maduras e inteligentes para muitas coisas… Mas não para aquilo que as perturba.

Talvez você conheça alguém que viva neste sofrimento.

Talvez você queira muito que essa pessoa tenha uma vida mais feliz. Você pode fazer todo o esforço de abrir a porta da gaiola, e até ser firme com o pássaro para que ele alce seu vôo tão merecido. Mas cabe apenas ao pássaro escolher se voará para aproveitar sua liberdade ou não.

É bem verdade que existem pássaros que nunca vão voar, mas é importante também aprender a nunca deixar de torcer e encorajar os pássaros que nós amamos, até que eles finalmente entendam que o céu é o limite.

Quando estou de frente com uma pessoa dessas num destes momentos de estresse, chega a dar pena, fico profundamente triste… Porque elas pensam que são a própria experiência de não gostar de algo. Elas pensam que a falta de paz, o inferno pessoal que elas têm em alguma experiência é provocada, é causada pelo evento externo (são vítimas deste evento), e que a reação que elas têm é uma parte íntegra da personalidade delas.

Engessadas. Engaioladas. Congeladas. Vitimizadas.

Lá no fundo, o que dizem implicitamente é:

“O estresse é meu, é parte de quem sou, e é culpa do acontecimento. Portanto, é impossível mudar. Seria o trabalho de mudar minha essência.”

Existe maneira mais triste de ver pessoas destruindo a si mesmas do que fazendo-as acreditarem que são o próprio sofrimento e que estão definitivamente presas a ele?

Infelizmente, não. Isso me entristece em igual medida.

Para a massa das pessoas, é muito louca a idéia de que se pode ter uma vida muito mais em paz e tranquila até mesmo com as coisas que mais detestamos até hoje. Aprender a amar aquilo que não gostamos soa como piada de mau gosto.

Como a vida de todas as pessoas maduras é presente em tarefas que muitas vezes elas não acham nada legais, fica parecendo que momentos fixos e previsíveis de infelicidade são infortúnios pelo qual temos que passar sempre, que estamos predestinados a esse mal.

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Eis os cenários possíveis: ficar preso em estresses ou se ver livre deles de uma hora para outra.

Qual é a brincadeira pior?

De acordo com L. Michael Hall, PhD em Psicologia e autor do campo de estudos da Neuro-Semântica, a questão é simples de entender: a qualidade da sua experiência com uma tarefa é ditada pelo seu relacionamento com essa tarefa, e este relacionamento é ditado pela maneira como você se habitou a pensar automaticamente, inconscientemente e por impulso nesta tarefa.

Não é mérito da tarefa se você perde seu equilíbrio emocional ao realizá-la, nem um demérito seu, dos seus genes, dos seus hormônios, dos seus neurotransmissores nem dos seus pais se você fica nervoso e estressado com ela.

É tudo uma maneira de agir que você aprendeu e trouxe até hoje. Se ela não lhe serve mais, é um direito e possibilidade sua transformar sua relação com estas coisas. Primeiro, entenda como você construiu esta experiência – “desempacote-a”, como costumamos falar em termos técnicos. Depois, mude o que precisar/quiser.

A partir dessa premissa, as mudanças se tornam simples, porque primeiro há uma desidentificação:

“Eu não sou meu sofrimento. Não sou minha experiência.”

Depois, há uma extinção do pensamento de vítima:

“Não é a tarefa que causa algo em mim. É a minha mente, é o que eu penso.”

E finalmente a conclusão brilhante:

“Se não sou minha experiência, não sou meu sofrimento e não sou o que penso, posso mudar minha qualidade de vida para muito melhor, não importa o lugar, não importa o momento, não importa com o que ou com quem estou interagindo.”

Existe coisa mais linda no mundo do que ser extremamente feliz não importa onde?

Sim! Ser feliz não importa onde junto com as pessoas que você mais ama.

Quem recusaria tal oportunidade de transformar sua própria vida para melhor?

Apenas alguém que não acredita que esta seja a realidade. A única pessoa capaz de recusar a oportunidade de transformar de maneira rápida e definitiva sua vida para melhor é a pessoa que definitivamente desacredita que seja possível fazer isso… É a pessoa que continua preferindo dizer a si mesma, secretamente:

“Não posso mudar isso, porque eu sou assim mesmo. Reajo desse jeito e não posso melhorar. Isso vem desde que nasci. Sei melhor do que qualquer pessoa. O acontecimento causa coisas em mim, e eu sou uma pobre vítima desses eventos. Nasci assim, vou morrer assim, e é assim que as pessoas são.”

No topo disso tudo, muitas destas pessoas apelam pelo direito à individualidade:

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“Cada um reage de um jeito às coisas do mundo, por isso eu quero que você me deixe com as minhas reações.”

Existe maneira mais miserável de apelar para um direito tão nobre do que exigir o próprio direito de sustentar seu estresse e momento de infelicidade?

Sim! Ver várias pessoas apelando juntas pelo mesmo direito de bosta.

Por isso escrevi este artigo: para que haja menos bosta no mundo e mais felicidade. Porque eu já vi e já acompanhei mais de mil transformações para melhor – sim, mais de mil. Eu sei do que estou falando. Estive lá, também, e sei quais são as minhas possibilidades e as possibilidades das pessoas à minha volta.

Se você quer uma vida de muito maior qualidade, você pode. Basta querer e ter o uso das ferramentas certas.

Se você conhece alguém que precisa dessa mensagem, envie este texto para ela. Estou numa missão de fazer pelo menos uma vida mais feliz a partir de hoje.

Se lhe interessa saber se você é capaz de lidar bem com seus desafios, com as coisas difíceis dos seus dias ou com as perdas que a vida lhe impõe, recomendo que faça o teste gratuito de personalidade que desenhei especialmente para você, clicando aqui:

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Abraços fraternos,
Rodrigo Santiago.
Meta-Coach e Trainer em Neuro-Semântica
Presidente do Instituto Oceana de Desenvolvimento Humano

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Rodrigo é co-fundador do Movimento Espalhe o Amor, com mais de 1 milhão de fãs nas mídias sociais. Com mais de 1500 horas de experiência atendendo clientes individualmente e treinamento em várias cidades do Brasil, Rodrigo é capaz de levar praticamente qualquer pessoa a conquistar o domínio sobre suas próprias emoções em situações complicadas, utilizando para isso apenas o diálogo. É referência entre os profissionais da área e membro do time de liderança da International Society of Neuro-Semantics (ISNS) - uma organização presente em mais de 60 países que redefiniu o que é Desenvolvimento Humano.

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