Um oferecimento do Instituto Oceana de Tecnologia do Desenvolvimento Humano

Missão de vida! Por que você quer o que você quer?

Missão de vida! Por que você quer o que você quer?

Nascemos, crescemos e nos desenvolvemos em uma sociedade cheia de padrões, normas e culturas que ditam aquilo que precisamos “ter”, o que temos que “fazer” da vida para “ser“ alguém.

Com isso, passa dia atrás de dia, ano atrás de ano e nos pegamos investindo energia, tempo, dinheiro e paz em algo que nem sabemos por que queremos. Trocamos metas que deveriam ter um significado único, pessoal e intransferível, por metas sem significado. As vezes fazemos algo para “ter” alguma coisa que poderia ser conquistado utilizando outro caminho.

Por exemplo, uma pessoa que quer fazer faculdade de turismo porque quer viajar. Essa seria a única forma de viajar? Pensa bem! São quatro anos de estudos para poder viajar!

Outro exemplo, alguém que estuda 10 horas por dia para fazer a prova do Itamarati (para ser diplomata) porque provavelmente vai precisar trabalhar em outro país e assim, ficar longe dos pais. São DEZ horas de estudo POR DIA para ficar longe dos pais. Não tem outra forma mesmo?

Outro exemplo para ficar mais claro. O indivíduo faz Licenciatura em alguma área para trabalhar em escolas, mas ele não gosta de acordar cedo, nem de trabalhar no final de semana. Algum tempo depois ele não aguenta mais adolescentes, nem acordar cedo, nem trabalhar no final de semana. Mas ele ama dar aulas e ensinar. Só tem essa forma de ensinar? Só existe esse tipo de ensino? Você não pensou nisso antes de escolher a profissão? Não tinha alternativa?

Esses exemplos são reais! Isso acontece!

E por acontecer uma vez ouvi de uma querida professora minha a seguinte pergunta: Por que você quer o que você quer?

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Pergunta simples e… “Meu Deus, por que eu nunca me perguntei isso antes?”.

Quando a gente escolhe o que quer como profissão, como forma de vida principalmente, esquecemos de nos perguntar por que queremos o que queremos e as vezes depois de muito tempo percebemos que não valia a pena tanto investimento físico, emocional e/ou mental por uma coisa que poderíamos conseguir de outra forma.

As vezes, fazendo essa pergunta, descobrimos que na verdade a gente nem queria aquilo de verdade, talvez uma pessoa que é muito influente para nós (geralmente nossos pais e parentes mais próximos, daqueles que sempre pedimos a opinião), nos dá uma ideia e adotamos como se fosse nossa. A princípio nos pareceu uma boa ideia e não paramos para analisar se realmente aquilo cabia para nós.

Se você já escolheu alguns caminhos sem ter se perguntado por que eu faço o que eu faço, se pergunte AGORA!

 

Avalie se isso vale a pena, quais os prós e contra do que você faz. Se na balança você perceber que tem mais contra do que prós, pense de quais outras formas você pode conquistar aquilo que te motiva a fazer o que você faz hoje.

E a partir desse momento, é certo que terão outros desafios e escolhas pela frente, e, antes de decidir, se pergunte: Por que eu quero o que eu quero? Por que eu estou com quem estou? Por que eu faço o que eu faço?

E eu ainda acrescentaria: Qual é meu propósito de vida quando faço o que faço, quero o que quero, fico com quem estou?

Assim, é possível que mesmo sua resposta à pergunta tenha mais contra do que prós, você decida continuar com a meta e ainda mais motivado. Isso porque você vai ter certeza que se seu propósito de vida, aquilo que você acredita que veio fazer na Terra é permanecer com essa escolha, nenhum obstáculo pode te parar. Nada pode ajudar um barco que não sabe porque precisa levantar âncora.

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Quer ir além e descobrir como chegar aonde você quer?

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Eu me formei em Jornalismo porque queria mudar o mundo através da comunicação, e por isso sempre quis aprender cada vez mais. Descobri “sem querer” a PNL (Programação Neurolinguística) e o Meta-Coaching e percebi que poderia ir sempre além com o entendimento de como nossa mente, corpo e percepção do mundo funcionam. Aprendi que muitos de nossos problemas começam na forma que a gente se comunica com a gente mesmo, nas crenças que a gente tem sobre o outro. Enfim, a maioria dos conflitos está primeiro na nossa cabeça, depois que ele passa para a “vida real” e toma forma. Com isso, vi solução de muitos dos problemas que enfrentamos utilizando as técnicas que aprendi com a PNL e o Coaching para ajudar as pessoas a transformarem sua forma de comunicar e se relacionar com elas mesmas e o mundo.

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