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7 lições que aprendi com esse 7×1 contra a Alemanha

7 lições que aprendi com esse 7×1 contra a Alemanha

O jogo de hoje me fez pensar. Eu como brasileira e amante do futebol estava, assim como outros milhões de brasileiros, desacreditados daquilo que passava diante dos olhos. Para mim, uma sensação de mini “morte” de um sonho. Terminou o jogo e fiquei um tempo sentada na varanda sozinha, pensando sobre as lições que esse jogo deixou. Coincidentemente ou não, 7 lições que não falam a respeito do Brasil como um todo, como a falta de investimento em saúde, educação. SETE lições para um indivíduo em sua corrida no jogo da vida.

1ª lição: A vida é imprevisível

Por mais que você se prepare para alguma coisa (que talvez não tenha sido o caso do Brasil, mas digamos que isso tivesse acontecido), você nunca sabe o que vai acontecer no momento. Isso serve para uma prova que você queira muito passar, para planejamentos de vida, para qualquer coisa que você imagine no seu futuro que possa acontecer. Inevitavelmente, em 99% das vezes, as coisas acontecem diferente do que você imaginou. Para melhor ou para pior.

2ª lição: Na hora do jogo é sempre a sua emoção que controla sua jogada

Você pode estar totalmente preparado para alguma coisa, mas se na hora você não tiver preparado para controlar as emoções, a coisa desanda. Assim como aconteceu com o Brasil, não foi só a falta de preparação, foi  falta de controle emocional. Os jogadores brasileiros ficaram confusos, tristes, assustados e por mais técnica individual que tivessem, não conseguiam controlar suas passadas. Assim acontece na vida. Você pode estar muito preparado, por exemplo, para falar em uma reunião e saber tudo, mas se você ficar nervoso, dá branco, você gagueja, começa a tremer.

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3ª lição: Às vezes é preciso recuar

Quando vimos o 5×0 no placar, não adiantava sair correndo para recuperar. Era preciso recuar, defender, acalmar os ânimos para “não perder mais”. Como a vida é imprevisível, acontecem coisas que a gente não está planejando e se não começar a se defender, a chance é que se perca ainda mais. Mais força, mais vontade…

4ª lição: Às vezes é preciso parar

Final do primeiro tempo. Necessário. Aqueles segundos pareciam horas. A gente precisava parar para tomar um ar, para recuperar a força, para ser acolhido pelos companheiros e ouvir palavras de incentivo que ajudasse a caminhar em frente. Assim como na vida, quando “o bicho pega”, precisamos parar e desacelerar, receber carinho, chorar e levantar com a cabeça erguida.

5ª lição: A força de vontade e a motivação te fazem ir para frente

Começa o segundo tempo. Mesmo com toda a bagagem do primeiro, eles precisavam voltar para o gramado. E eles foram, com mais motivação e força de vontade porque era a única coisa que poderiam fazer. Quantas pessoas você conhece que já tomaram muita pancada da vida e está lá, sorrindo? É isso que resta para elas! Coragem para seguir em frente!

6ª lição: Cada segundo conta

E no final do segundo tempo, UM gol de honra. Uma prova de que eles estavam lá e que aquele segundo contava, assim como aqueles 6 minutos de avalanche alemã. Foi um único gol, tímido. E às vezes nem damos valor, né? Já perdemos tanto! O que é isso, minha gente! Cada segundo conta! Cada pequena vitória conta! Cada dia sem fumar, cada dia sem brigar. Mesmo que não seja uma partida completa, algo aconteceu que provou que você estava tentando e aquele segundo era o resultado disso.

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7ª lição: Quando uma coisa acaba, ela acaba!

Acabou o jogo. Muitas tristezas e lágrimas. Mas acabou. O apito tocou. Não adianta remexer na ferida (que vai ficar marcada para a história sim), mas que não vai fazer bem para ninguém. Só adianta voltar para pensar o que não deu certo para tirar lições de lá. Haverá um próximo jogo sim, mas é outro jogo, com outros jogadores, outras emoções, em outros gramados.

A cada dia somos novas pessoas. Nos alegramos com nossas vitórias e aprendemos com nossas derrotas. E assim, errando e aprendendo podemos dizer que somos NÓS MESMOS COM MUITO ORGULHO, COM MUITO AMOR.

 

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Eu me formei em Jornalismo porque queria mudar o mundo através da comunicação, e por isso sempre quis aprender cada vez mais. Descobri “sem querer” a PNL (Programação Neurolinguística) e o Meta-Coaching e percebi que poderia ir sempre além com o entendimento de como nossa mente, corpo e percepção do mundo funcionam. Aprendi que muitos de nossos problemas começam na forma que a gente se comunica com a gente mesmo, nas crenças que a gente tem sobre o outro. Enfim, a maioria dos conflitos está primeiro na nossa cabeça, depois que ele passa para a “vida real” e toma forma. Com isso, vi solução de muitos dos problemas que enfrentamos utilizando as técnicas que aprendi com a PNL e o Coaching para ajudar as pessoas a transformarem sua forma de comunicar e se relacionar com elas mesmas e o mundo.

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