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14 Hábitos de Casais Muito Felizes Que Podem Trazer Mais Prazer e Estabilidade ao Seu Relacionamento

14 Hábitos de Casais Muito Felizes Que Podem Trazer Mais Prazer e Estabilidade ao Seu Relacionamento

Durante meus anos de atendimento, tive convivência com todo tipo de casal: pessoas que se amam e pessoas que não se amam tanto assim. Casais novos e casais de longos anos. Pessoas pacientes e pessoas não tão pacientes assim. Aqui está o segredo que diferencia os casais que transformaram sua vida e fizeram relacionamentos realmente duradouros e bem sucedidos dos casais que tiveram muitos problemas ao longo do caminho e viram sua convivência sucumbir. Algumas destas lições me foram dadas pela vida a duras penas, e espero que você possa usá-las antes que elas sejam cobradas de você. Segue a lista.

1 – Comprometimento com os Valores do Outro

Muitas pessoas ignoram o fato de que a outra pessoa tem seus próprios ideais, metas e desejos. Entender as coisas mais importantes para a outra pessoa e respeitar este direito pode trazer qualquer relacionamento a um patamar de maior harmonia. Isto não significa que você deve absorver estes valores para você. Se seu companheiro(a) adora livros e você não, não é necessário se tornar um rato de biblioteca para que o relacionamento dê certo. Apenas reserve um espaço e o tempo para que a outra pessoa saiba que pode exercer suas paixões, hobbies e passatempos prediletos.

E então? O quanto você ou seu parceiro são capazes de se comprometer com o fato de que a outra pessoa tem seus próprios valores e que devem ser respeitados? Quanto julgamento há sobre os valores do outro?

2 – Poder de Autoafirmação

Crises de ciúmes são muito comuns nos casais mais infelizes. Estas crises podem acarretar discussões constantes e até mesmo violência, virar caso de polícia. Tendo atendido todo tipo de crises de ciúmes e manias de controle sobre o outro, posso dizer seguramente que a maioria das crises que vi pessoas resolverem foram derivadas de uma falta de confiança sobre si mesmas. Ver que outra pessoa pode não se enquadrar nos meus desejos pode ser um belo gatilho para eu ter dúvidas sobre quem eu sou de verdade.

Exemplo: por mínimo que seja, todo relacionamento apresenta o risco de traição. Isso se dá pela natureza das coisas: é impossível prever completamente como a outra pessoa vai fazer suas escolhas, ou se vai se manter fiel. Por isso, esse risco pode incomodar muito, caso você não esteja certo de que é mesmo alguém incondicionalmente valioso, digno de ter relacionamentos e de ser amado, merecedor de uma boa companhia. Se você não souber quem é de verdade, vai ficar receoso de ser traído a qualquer momento. E se for traído, de fato, seu mundo vai “cair”.

Comportamentos como paranóia, mania de controle, restrição à liberdade ou outros são comuns em pessoas que não aprenderam a afirmar a si mesmas. Os casais que dão certo não tem qualquer receio sobre quem são. Se alguém é traído, não significa nada além disso: houve infidelidade, e isso não coloca em risco a segurança de ninguém consigo mesmo. “Se fui desrespeitado pela minha namorada, ou traído, continuo sendo homem, minha masculinidade não está em questão”.

Todo e qualquer conflito são apenas coisas da vida e pode ser resolvido de maneira equilibrada, com um bom diálogo. Nada de tomar conflitos como uma ameaça a quem você é. Esse é o jeito certeiro para você cultivar reações explosivas e descontroladas.

Você se sente com medo ou ameaçado pelo que a outra pessoa faz? Sente-se menor, diminuído ou sem importância apenas porque o outro faz coisas que você não aprova?

3 – Ouvir Críticas Sem Se Ofender

Uma das coisas mais importantes sobre qualquer casal que dá certo é a capacidade de ouvir sem se sentir atingido. Diferente do que pensam, esta é uma capacidade desenvolvida pelo ouvinte, e não pelo crítico. Não importa o tamanho da crítica, sempre é possível ouvir sem se ofender, explorar os detalhes, saber onde se pode melhorar. Não importa o peso das palavras do crítico, é sempre do ouvinte da crítica a responsabilidade pro ter tomado palavras como ofensas pessoais, ao invés de as ouvir apenas como críticas construtivas.

Portanto, se alguém lhe critica – não importa como – está em seu poder ficar tranquilo e responder à crítica de maneira equilibrada.

Quando você recebe um feedback do seu parceiro, reage refletindo ou se defendendo? Reage explorando ou acusando de volta? Explicando-se e esquivando-se… Ou apenas aceitando as palavras e avaliando o que pode ser tomado de útil?

4 – A Oferta de Feedbacks Mais Construtivos e Menos Insultosos

É claro que o item anterior não tira do crítico a responsabilidade de oferecer informações mais precisas e menos “ofensivas”. Menos palavrões, menos xingamentos e mais críticas construtivas, baseadas no que se viu e ouviu, ao invés nas avaliações dos comportamentos, são formas de se oferecer um feedback mais rico para o parceiro.

Nada de “você é chata!” nos seus diálogos. Isso não adiciona muita coisa que vá melhorar a relação.

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Experimente coisas do tipo “você me falou cinco vezes esta semana sobre aquele dia em que eu esqueci a hora do nosso encontro… O que lhe faz voltar tantas vezes neste assunto? O que deseja resolver ali? Como posso lhe ajudar?” – Este é o tipo de diálogo que normalmente leva a soluções satisfatória para ambos, sem insultos.

Quando você tem algum tipo de problema com o outro, reage resolvendo o conflito, ou criando conflitos maiores ainda? Esbraveja, xinga, diminui o outro? Ou simplesmente oferece-se para conversar de maneira aberta sobre os fatos e negocia os termos do conflito em um tom de voz respeitador?

5 – Domínio Sobre as Próprias Emoções

Uma das coisas que mais detonam relacionamentos é a incapacidade que pessoas têm de manterem suas emoções sob seu domínio. A maioria das pessoas agem como se suas emoções fossem efeitos diretos das palavras e ações do outro. Esta crença as tornam vítimas de suas reações. “Você me enlouquece!”, “está vendo o que você faz comigo?”, “fiquei com raiva por sua culpa!”…

Tudo isso é fruto de acreditar que suas emoções se originam das atitudes do outro. Desculpe, esse paradigma é bastante antiquado. Alou! Já estamos no Século XXI. Faz 15 anos.

Se você quer ter relacionamentos realmente saudáveis, recobre a responsabilidade pelas suas emoções. Elas são reações aos julgamentos que você faz dos comportamentos da outra pessoa. Por isso, os casais que mais dão certo são aqueles que são capazes de entender que certas emoções devem ser postas de lado na hora de um desentendimento, ao invés de serem alimentadas.

Menos julgamento, menos ações corretivas e mais compreensão é o que irá levar-lhe ao relacionamento harmonioso que você tanto deseja. Obviamente, ambos devem fazer isso juntos.

Quando suas emoções saem de controle, o que você faz? A quem atribui a responsabilidade? Diz que é culpa do outro? O que é responsabilidade sua por recuperar seu centro?

6 – Doar-se

Deixar-se cuidar pelo outro é uma das habilidades mais importantes de casais felizes. É importante demonstrar ao companheiro aquilo que é importante para si e permitir-se cuidar daquilo que é importante para o outro. Dar tempo e oportunidade tanto para que o outro faça suas próprias coisas quanto para que o outro cuide de reservar espaço para você e respeitá-lo é, francamente, uma competência raríssima em um casal.

Estar desinteressado das suas coisas, porque se confia que o outro vá cuidar delas para você: este é um dos grandes sinais de casais que se dão muito bem juntos.

Quanto de doação você e a pessoa com quem você vive são capazes de realizar um com o outro? Você precisa passar muito tempo protegendo seus valores e argumentando pelas suas atividades necessárias? Ou não precisa se preocupar com isso, pois a outra pessoa já entende bem seu espaço? Você é capaz de dar este mesmo tipo de assistência à outra pessoa? De cuidar por ela das coisas mais importantes?

7 – Capacidade de Entrar em Acordo

Um casal que não sabe entrar em acordo não é um casal, são duas pessoas em uma disputa eterna, uma contra a outra. A principal coisa para desfazer isso é os dois entrarem em acordo sobre como entrar em acordo. Isso mesmo: entrarem em acordo sobre como entrar em acordo. Sem uma estratégia para resolver momentos de disputa, a vida do casal será repleta de sensações de que um dos lados está sempre “dando mais o braço a torcer” do que o outro.

Infelizmente, se você não sabe entrar em acordo com seu parceiro, um dia essa capacidade acaba sendo delegada para um juiz numa vara de família.

Quando há conflitos, com que facilidade você e seu parceiro conseguem entrar em acordo? Dentro de assuntos polêmicos, vocês são capazes de criar consenso? Que tipo de regras estabeleceram para entrar em acordo com facilidade?

8 – Assuntos Encerrados São Assuntos Encerrados

Quem nunca soube de pessoas que lembram e relembram problemas e assuntos de semanas, meses ou até anos atrás que já foram resolvidos? Este é um dos principais fatores que corroem relacionamentos. Se você deseja que seu relacionamento dê certo, ambos precisam ser capazes de fecharem assuntos e darem seus problemas como resolvidos. Nada de reabrir conversas que já foram encerradas. Isso dá a impressão de um relacionamento estagnado, que nunca evolui. São sempre os mesmos ciclos, as mesmas discussões, os mesmos antigos problemas… E é isso! O relacionamento parou no tempo. Nada saudável.

Quando assuntos antigos se fecham, sempre há espaço para novos aprendizados, novas histórias, novos projetos ou para simplesmente admirar e aproveitar a companhia um do outro. Quanto maior a habilidade em fechar assuntos, menos problemas se criam, inclusive.

Com que frequência assuntos antigos são trazidos, novamente, à tona? Qual é o número de vezes que problemas já encerrados retornam ao diálogo do casal? Qual é a facilidade em dar assuntos por encerrados entre você e a pessoa que você ama?

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9 – Autenticidade Para Consigo Mesmo

Você já teve uma face sua que nunca pôde mostrar a outra pessoa, porque esteve com medo de ser julgado? Já foi mal avaliado porque algo foi considerado imoral pela outra pessoa? Ou idiota? Já se sentiu mal porque algo importante pra você era desdenhado pelo outro?

Se você esqueceu ou deixou de exercer seus valores mais importantes apenas para que outra pessoa entrasse na sua vida, não se admire se um dia você não conseguir ficar mais com esta pessoa. Sua alma clama pelas coisas de maior significado para você, e esconder, reprimir este seu lado, só faz com que ele peça cada vez mais sua atenção. Sem dar atenção a estes valores, você estará sentenciado a viver de maneira morta, sem motivação, sem energia. Uma vida monótona.

Portanto, é importante estar com alguém que reconheça que seus maiores valores não são pecados, idiotas, imorais ou irrelevantes. Saber que você pode ser você mesmo perto de outra pessoa irá garantir décadas de um bom relacionamento. É muito bom viver de forma transparente.

Você se sente sendo completamente você mesmo dentro do seu relacionamento? Ou precisa se reprimir para que o outro tenha espaço e também não se sinta restrito? Qual é a liberdade que ambos possuem para que possam viver o melhor de si, sem a reprovação do outro?

10 – Compartilhar os Valores Mais Importantes

No mundo em que vivemos, a maior parte da decisão de se assumir o compromisso com alguém muitas vezes é mera questão visual, ou uma avaliação superficial da situação. A verdade é que “beleza não põe mesa”. Infelizmente, muitas pessoas, frequentemente, decidem se envolver umas com as outras porque o “outro beija bem”, porque “é bonito”, porque “é cheiroso”, porque “tem química na cama”, porque “é um partidão”, porque “tem um carro”, “tem apartamento próprio”, “tem futuro”, “minha mãe vai gostar”, porque “finalmente vou poder sair da secura”, porque “vou fazer sexo toda hora”, porque “se veste bem e tem estilo”… Enfim, mil motivos rasos, bem superficiais, para se decidir assumir um compromisso.

Casais que duram muito têm uma característica importante: compartilham os mesmos gostos, as mesmas afinidades e paixões. Eles fazem coisas juntos não porque são obrigados ou estão dando o braço a torcer, mas sim porque amam fazer aquilo. Portanto, muito cuidado na hora de escolher uma pessoa para sua vida: é necessário ir além das aparências, das oportunidades imediatas. Escolha pelas afinidades. Descubra as coisas mais importantes para o outro, e você saberá se tem uma conexão mais especial do que, somente, um beijo, dinheiro, imediatismo ou aprovação de terceiros.

Os melhores beijos e a melhor cama são aqueles que surgem da comunhão dos valores mais profundos do casal. E não o contrário: há casais que tentam, em vão, convencer um ao outro do que é realmente importante na vida, usando a cama como um ringue para fazer o outro dar o braço a torcer através de orgasmos. Essa briga, normalmente, não tem futuro. É o tal do “casal entre tapas e beijos”. Muitos relacionamentos são marcados por essa “bipolaridade”, onde na cama vai tudo muito bem, mas fora dela, tudo mal.

Com que frequência você sente que está compartilhando atividades realmente importantes com a outra pessoa? Sente que há cooperação e colaboração? Ou percebe que um dos lados está menos engajado, menos interessado?

11 – Desejar a Pessoa Que Está Presente, Não Sua Alucinação Sobre o Futuro Dela

Muitas vezes, pessoas entram em um relacionamento fazendo concessões super importantes, que na verdade se disfarçam de pequenas concessões. “Não há problema nenhum nele beber agora. No futuro ele vai parar, quando estivermos mais tempo juntos”.

Essa não é somente uma maneira errada de se entrar em um relacionamento. É também uma maneira desleal de se trazer alguém para sua vida. Não se traz ninguém para sua convivência com um planejamento pronto de quem você quer que esta pessoa seja, no futuro. Fazer isto é como armar uma verdadeira arapuca. A pessoa entra no relacionamento porque você a aceitou daquele jeito, naquele instante. E sofrerá muito quando você não conseguir mais evitar dizer a ela quem você realmente deseja na sua vida.

Aprenda a procurar por quem você realmente quer para si. Não a tentar moldar pessoas para que se pareçam com quem você realmente deseja.

Você é capaz de olhar a pessoa que ama e dizer: “amo por quem esta pessoa é hoje, não por quem eu gostaria que ela fosse no futuro”? Que tal “sou capaz de viver com esta pessoa pelo resto da minha vida, sem que ela mude qualquer coisa em si”… É possível para você dizer isso?

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12 – Sentir Prazer na Liberdade do Outro

Todos nós estamos no mundo para nos relacionarmos, de certa forma, com nós mesmos. Isso não pode ser confundido com procurar nós mesmos nos outros, o tempo todo. Por isso, é importante aprender a dar a liberdade para que o outro seja quem quiser ser. Infelizmente, a maior parte das pessoas ainda está muito longe de aprender a fazer isso. No mundo em que vivemos, a cultura é: o outro tem que ser como eu quero que ele seja.

Se você quiser um relacionamento de longuíssimo prazo, aprenda a ter prazer em ver o outro realizar suas escolhas livremente. Se ambos fazem o mesmo um pelo outro, isto significa que nunca haverá a violação do espaço pessoal de ninguém. Saber que ambos têm liberdade para escolher da forma que quiser em diferentes assuntos é garantia de que o relacionamento tem muito mais potencial.

As escolhas de quem você ama incomodam você de alguma forma? É possível sentir alegria pelas decisões que esta pessoa toma na vida? O caminho que ela escolhe lhe traz alegria, admiração por ela? Ou você se sente ameaçado? Com medo de ser abandonad? Diminuído? Menos importante?

13 – Desejar que o Outro Seja Melhor do que Você

Existem muitos casais que, infelizmente, vivem numa briga para descobrir quem é melhor do que quem. Nada mais ridículo e comum. Se você quer um relacionamento realmente feliz, deve desistir da necessidade de ser melhor do que seu parceiro. Ter o prazer em ver que a outra pessoa é melhor do que você em muitos aspectos é abrir-se para reconhecer também que pessoas são únicas.

Infelizmente, muitas pessoas querem diminuir seu parceiro. Mantê-lo num cativeiro pessoal, apagar seu brilho e deixá-lo sob controle. Amar deste jeito é como prender um beija-flor numa gaiola: um dia este relacionamento morre.

Quando você vê seu parceiro em um momento de sucesso ou sendo elogiado… Consegue se sentir feliz por ele? Comemora e celebra as vitórias juntos? Ou fica ressentido? Quando ele lhe mostra novas conquistas, você é capaz de genuinamente dirigir elogios ao outro? Ou sente raiva, desdém, inveja?

14 – Falar a Mesma Língua

Você já teve aquela sensação de falar “abacate” e o seu parceiro entender “laranja”? E aí, você repete cinquenta vezes “abacate”… E o máximo que acontece é a outra pessoa repetir: “laranja… laranja… laranja…” – quando muito, ela até responde algumas coisas diferentes: “abóbora”, “milho”, “couve-flor”, “geladeira”… Mas “abacate”, que é bom, só você fala.

Já passou por algo parecido? Parece que você nunca é compreendido. Quando ambos não conseguem usar as mesmas palavras para descrever os mesmos eventos e conflitos, pode até se tornar impossível entrar em acordo. São dois universos muito diferentes.

Pessoas com vocabulários e maneiras de pensar muito diferentes – principalmente profissionalmente, ou religiosamente, espiritualmente, filosoficamente – devem ter muito cuidado com este quesito. Relacionar-se é manter a comunicação um com o outro. Por isso, a maneira como os dois lados entendem o mundo deve ser trabalhada para que entenda-se direito o ponto de vista um do outro. Ambos devem aprender a encontrar um denominador comum em seu vocabulário. Devem aprender a falar a mesma língua.

Quando você está em discussões sérias com seu parceiro, é possível chegar em momentos onde ambos compreendem da mesma forma as questões que se apresentam? Ou frequentemente estão do lado oposto da discussão?

Conclusão:

É claro que esta lista não esgota o que deve ser aprendido por casais que desejam melhorar sua convivência. Cada caso é um caso. Estou apenas relatando muitas das coisas que eu vi funcionar na vida de muita gente. Por isso, se você quiser se manter a par das conversas sobre como conquistar bons relacionamentos – todas baseadas em atendimentos reais e histórias de pessoas que realmente transformaram sua vida para melhor, recomendo que se inscreva em nossa lista de email. Basta clicar abaixo:

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Rodrigo é co-fundador do Movimento Espalhe o Amor, com mais de 1 milhão de fãs nas mídias sociais. Com mais de 1500 horas de experiência atendendo clientes individualmente e treinamento em várias cidades do Brasil, Rodrigo é capaz de levar praticamente qualquer pessoa a conquistar o domínio sobre suas próprias emoções em situações complicadas, utilizando para isso apenas o diálogo. É referência entre os profissionais da área e membro do time de liderança da International Society of Neuro-Semantics (ISNS) - uma organização presente em mais de 60 países que redefiniu o que é Desenvolvimento Humano.

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